Conhecendo um pouco mais sobre o Bluetooth

junho 30, 2009

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Muitas vezes algumas tecnologias entram em nossas vidas sem pedir licença e, quando menos esperamos, fazem parte de nosso cotidiano. O curioso é que poucas vezes paramos para pensar em quem as criou e a partir de quando passamos a depender delas. É o caso do Bluetooth, que no ano passado comemorou dez anos de criação.

Sua história começou mesmo em 1994, quando a Ericsson decidiu estudar uma tecnologia que permitisse a comunicação sem fio entre telefones celulares e acessórios, o que antes só acontecia com o uso de cabos. A ideia funcionou e, em 1997, outras empresas passaram a apoiar o projeto. Em 1998 estas companhias – Ericsson, IBM, Intel, Nokia e Toshiba – criaram um consórcio para desenvolver ainda mais a tecnologia. Passados dez anos, o grupo conta hoje com mais de dez mil empresas.

Cada uma vem de um setor diferente, mas juntas elas garantem que seus produtos possam trocar informações sem estarem conectados por cabos (celular com celular, celular e um PC, um PC e uma impressora, e assim por diante). É neste momento que você percebe que o Bluetooth virou realidade.

“Nestes últimos dez anos, houve uma impressionante evolução da tecnologia Bluetooth”, comenta Luiz Salles, gerente de vendas de acessórios da Motorola Brasil. Ele destaca que, como muitos fabricantes acompanharam esse avanço, hoje os usuários podem contar com uma ampla gama de acessórios Bluetooth no Brasil e no mundo. “O resultado é ainda mais liberdade e conveniência aos nossos usuários”, diz o executivo.

Onde o Bluetooth está presente
É comum vermos pessoas falando ao celular utilizando um fone de ouvido sem fio. À primeira vista, até parece que a pessoa está falando sozinha, mas não, na verdade, está em ação o Bluetooth.

Quem usa smartphones também já se acostumou a utilizar o Bluetooth para transferir arquivos, fotos ou contatos entre dois aparelhos. Essas são as aplicações mais comuns, mas há muito mais. O Bluetooth é a tecnologia mais utilizada em mouses, teclados e MP3 Players, todos sem fio.


Que música é essa? Quem canta mesmo?

junho 30, 2009

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Se você ainda não viveu a situação de querer saber ou lembrar o nome do cantor ou banda de uma música que tanto lhe agrada, é bem provável que ainda passe por ela. E pensando em dar aos usuários de seus celulares as respostas a esses repentinos questionamentos, fabricantes como Motorola e Sony Ericsson oferecem em alguns de seus aparelhos a tecnologia de reconhecimento de músicas.

A Sony Ericsson batizou a ferramenta de TrackID. Já a Motorola chamou-a de MotoID. No fundo, porém, trata-se da mesma funcionalidade: um recurso que dá ao celular a capacidade de reconhecer determinada música a partir de um trecho da canção. Por exemplo, se você está no trânsito e escuta determinada música, com essa tecnologia pode saber o seu nome e o do artista em questão de segundos.

Como funciona
O celular grava o trecho ouvido e envia a amostra ao banco de dados do provedor do serviço. A comunicação se dá via WAP ou pelo recurso HTML do aparelho, conforme a configuração determinada pelo usuário, diz Everton Caliman, gerente de produtos da Sony Ericsson no Brasil.

Depois disso, a ferramenta compara a amostra enviada e identifica a canção, enviando por SMS as informações de volta ao celular. O resultado inclui o nome da música, do artista e do álbum, e salva a busca realizada.

D+


Futebol no celular, paixão nacional – e mundial

junho 30, 2009
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O francês Baudouin Corman, diretor de vendas, da Gameloft mora em Buenos Aires, de onde comanda toda a operação da empresa na América Latina. Em fevereiro, ele deu um pulo até Barcelona para receber o prêmio de “Melhor jogo para celular do ano”, concedido ao Real Football.

Para quem não é entusiasta destes joguinhos, a Gameloft é uma das maiores empresas de desenvolvimento e edição de jogos para celular do mundo. Inclusive, foi a primeira grande desenvolvedora de games a fechar parceria com a Claro, já em 2003. Estão no seu catálogo mais de 300 jogos disponíveis para download – são, aliás, os games mais baixados pelos clientes Claro.

O que pouco se fala, porém, é sobre todo o trabalho que está por trás do desenvolvimento destes jogos, alguns uma verdadeira febre pelo mundo.


Mobilidade: da simples transmissão de voz às mais modernas aplicações corporativas

junho 30, 2009

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No dia 13 de maio aconteceu  o evento “Mobilidade para a Operação, Visibilidade para a Gestão”, realizado pela Seal Telecom. O evento, dirigido ao universo corporativo, abordou soluções de mobilidade corporativa voltadas para toda a cadeia de suprimentos.

Principais destaques:

A primeira geração de telefonia móvel, instalada no Brasil entre  1990 e 1997, ofereciam aos poucos usuários recursos limitados, como voz e mensagens de texto, sendo que os dados eram transmitidos pela mesma rede utilizada para voz.

Júlio Tesser, coordenador nacional de parcerias da Claro, traçou uma linha do tempo da telefonia móvel no Brasil, lembrando que em poucos anos, em meados de 2003, as redes de 2,5G chegavam a 40 kbps, evoluindo para UMTS (384 kbps) e HSPA (14,4 Mbps), chegando à sua terceira geração em 2007.

Tesser ainda lembrou que no primeiro semestre de 2007, apenas duas operadoras utilizavam a tecnologia HSPA na América Latina, com somente 500 usuários. No final daquele ano, já haviam 12 operadoras e uma base de 65 mil usuários. No final de 2008, as operadoras somavam mais de 40, atendendo a 5 milhões de usuários HSPA na região.

Aplicações corporativas da tecnologia móvel foram destacadas, como: compartilhamento de vídeo, videoconferência e internet móvel. Um exemplo bem-sucedido de uso destas novas tecnologias de mobilidade foi apresentado em um case do Grupo Pão de Açúcar, que utiliza a tecnologia Wi-Fi nas lojas da rede. Em 2007, o grupo inaugurou também uma loja tecnológica, com recursos de mobilidade, incluindo identificação por rádio frequência (RFID) nas gôndolas, no Shopping Iguatemi, em São Paulo.


Guardiã da Avenida Paulista

junho 30, 2009

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Seu trabalho é tornar a Avenida Paulista mais acessível para todos.  Sejam portadores de deficiência como ela ou não.

Contratada pela prefeitura de São Paulo, Julie Nakayama, de 22 anos, tem, desde maio, a tarefa de monitorar a avenida Paulista. Para isso, ela anota todas as falhas: buracos, problemas no calçamento ou qualquer tipo de interferência na calçada que possa atrapalhar a passagem. Tudo para melhorar a vida dos paulistanos sempre “indo e vindo” pela famosa avenida. Depois, essas informações são tratadas pela Gerência da Avenida Paulista que se encarrega de tomar as medidas necessárias para a solução dos problemas.

Para o trabalho, ela conta com um caderno de anotações e um celular. Com o aparelho, ela reporta as falhas mais graves em tempo real, atualiza o Twitter e o blog colaborativo Guardiã da Paulista, onde convoca a ajuda de todos para fiscalizar a avenida.

É a tecnologia a serviço do cidadão.


Vírus no celular?

junho 29, 2009

Tal e qual um desktop ou um notebook, um smartphone também possui processador, memória, sistema operacional e navegador de internet, entre muitos outros componentes em comum. Isso significa, portanto, que esse tipo de telefone móvel constitui um computador tanto quanto os colegas maiores e, portanto, está tão sujeito a ameaças virtuais, chamadas de malware entre os especialistas, quanto os demais equipamentos.

  Desde 2004 já se tem provas de conceito de vírus para smartphone. No entanto, até pouco tempo atrás, eles eram inofensivos, apenas se propagavam. De lá para cá, diz ele, apesar de o número de pragas virtuais desenvolvidas especificamente para os “telefones inteligentes” ter crescido muito pouco, elas passaram a representar uma ameaça aos usuários desses dispositivos. “O motivo para o pequeno crescimento é simples: desenvolvedores de vírus são motivados por questões financeiras. Como o uso dos smartphones ainda era pouco representativo, ele não implicava movimentação de dinheiro que justificasse essas investidas.

Cuidado!!


Fale, fale e fale. Pronto, seu celular está carregado!

junho 29, 2009

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É um papo futurista mas um dia, quem sabe, será realidade. Carregar o celular apenas com a energia da própria voz é o tema de uma pesquisa conduzida pela universidade americana A&M, no Texas. O tema é meio “cabeludo”, mas vale explicar. Os pesquisadores da A&M recorrem à piezoeletricidade, um fenômeno da Física que consegue converter força mecânica em eletricidade. A mesma usada, por exemplo, quando se acende um isqueiro. Trazendo para o estudo dos texanos, o celular, equipado com pequenos sensores, é capaz de captar a energia criada pelas ondas de som emitidas pela voz . E pronto, para carregar a bateria, basta falar.

De mais não?!